No ranking dos pedidos na Justiça do Trabalho em 2024, o Adicional de Insalubridade foi o tema número 01, com mais de 621 mil ações.
Esse dado revela um risco recorrente e negligenciado na rotina das empresas — e um sinal claro de que a gestão de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) precisa ser mais estratégica e integrada.
Muitos empregadores ainda não contam com um laudo técnico atualizado (LTCAT) ou não realizam corretamente o Programa de Gestão de Riscos (PGR) e o Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional (PCMSO). Além disso, não fornecer e controlar o uso dos equipamentos de proteção individual (EPI) deixa brechas para fiscalizações e ações trabalhistas.
Sob a perspectiva da ITE, a Insalubridade não deve ser tratada como um tema apenas técnico, mas como um fator de grande risco.
Deve ser feito um mapeamento para responder às perguntas-chave: